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Está pensando em um financiamento imobiliário? Veja as dicas.

Muitas pessoas sonham com suas próprias quatro paredes. No entanto, antes de comprar ou construir um imóvel, verifique exatamente o que você pode pagar.

Mostramos como você pode determinar suas possibilidades financeiras de forma estruturada.

A seguir daremos algumas dicas, do que fazer antes de entrar em um financiamento imobiliário: 

1.Liste as receitas e despesas atuais: 

Use a lista de verificação de liquidez para determinar com a maior precisão possível quão altas são suas receitas e despesas atuais e calcule a liquidez máxima por mês.

2. Estimar receitas e despesas futuras:

Portanto, calcule o que muda nessas receitas e despesas atuais após a transição de inquilino para proprietário – ainda sem levar em conta a parcela do empréstimo – e quanto você tem de reserva para juros e reembolso:

Quais despesas adicionais você enfrentará ao comprar um imóvel? E quanto ao dinheiro da casa para uma possível gestão da propriedade? Outros possíveis direcionadores de custos para os proprietários são: seguros e impostos , bem como reservas para todos os tipos de reparos no imóvel. Os custos adicionais de eletricidade e aquecimento na propriedade serão maiores do que antes?

Quais despesas podem ser reduzidas ou eliminadas por completo (por exemplo, o aluguel anterior assim que você sair do antigo apartamento)?

Os custos auxiliares em sua própria casa podem ser maiores ou menores do que no apartamento anterior. Um novo local de residência também pode afetar o custo do deslocamento para o trabalho .

3. Considere planos privados

Se você também tem planos privados, leve em consideração também: Como o desejo de ter filhos afeta a renda e as despesas e por quanto tempo? Existem casos previsíveis de cuidados na família? Quão seguro é o seu emprego e renda atuais? Você está planejando uma mudança de meio período?

4. Calcular o excedente futuro

Ajuste as despesas mensais atuais para alterações futuras para obter o futuro projetado.

Agora que você ajustou sua rota, vamos ver as possibilidades para o financiamento imobiliário.

Como sabemos, o apoio imobiliário é bastante recente no Brasil, o que é chamado Sistema Financeiro de Habitação (SFH) foi criado em 1964 com o intuito de suprir a carência de crédito à época, dado o projeto de urbanização acelerada. 

Vamos entender um pouco mais sobre o apoio imobiliário, esse é um tipo de financiamento, com intuito exclusivo de adquirir um imóvel. O valor liberado poderá ser pago em parcelas à instituição que forneceu o financiamento.

A vantagem de usar essa modalidade de crédito são as menores taxas de juros e parcelas mais longas, além disso, pode-se adquirir tantos imóveis novos como usados.

Em alguns casos há necessidade de uma entrada por parte de quem solicita o financiamento, mas na maioria das vezes até 90% do valor é pago pela instituição bancária. 

Atualmente usa-se com bastante frequência a Caderneta de Poupança, do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e da alocação de títulos de crédito imobiliário semelhantes a LCIs (letras de crédito imobiliário), CRIs (instrumentos de recebíveis imobiliários) e CCIs. (notas de crédito imobiliário).

Mas como pode-se fazer a solicitação de um crédito imobiliário?

Deve-se ir até um banco que ofereça esse tipo de financiamento, com a documentação necessária para a solicitação, o banco fará uma análise de crédito para depois informar ao cliente o valor disponível para ele.

Nessa análise de crédito será verificado alguns pontos como: histórico pessoal financeiro, valores de rendimento, e se há condições de efetuar o pagamento do financiamento. Essa somatização de avaliações fornecerá o valor do crédito que será ofertado ao cliente, bem como a taxa de juros.

A partir do momento que você tem a aprovação e efetua a compra, iniciará da sua parte o pagamento das parcelas, o valor delas será o que foi estabelecido no contrato e, em muitos casos, diminui com o tempo.

Incidente sobre a prestação para a diminuição de dívida, investidura, taxa de juros, seguro e, em última instância, valor da administração do contrato. As parcelas e o saldo devedor em geral são corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor TR (IPCA) e pelo cálculo da poupança.

Sobre os juros se refere ao valor que a instituição fiscal cobra pelo valor do empréstimo. No Sistema Financeiro de Habitação (SFH), há um limite de 12% por ano para o juros, por outro lado e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) não consta um limite estabelecido.  Em ambos os casos, ainda, em julho de 2021, as alíquotas aplicadas ao tempo ficaram abaixo de 7%, em média ao ano. Como a Selic, taxa de juros introdutória da economia do país, atingiu a menor posição de sua história em agosto de 2020, atingindo o patamar de 2% ao ano, e assim permaneceu até março de 2021, os juros do lastro imobiliário seguiram a mesma tendência.

Para efeito de comparação, em 2017 os juros dos financiamentos imobiliários foram de 11,4% por ano, em média. Em 2020, atingiu valor recorde de R$ 124  bilhões no Brasil, um aumento de 58% em relação a 2019, sendo esse considerado um valor recorde, esse aumento foi relacionado a epidemia de coronavírus.

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