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Inflação faz com que vale-refeição dure apenas 13 dias

Levantamento da Sodexo mostra que trabalhador precisa usar salário para completar a alimentação do mês; antes da pandemia, duração média do benefício era de 18 dias.

Pesquisa da Sodexo Benefícios e Incentivos mostra que o saldo do crédito do vale-refeição não tem acompanhado o aumento do custo médio da refeição fora de casa.

O levantamento levou em conta o valor médio de R$ 40,64, da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), dentro da base de clientes da empresa.

Segundo a Sodexo, desde a chegada da pandemia, em 2020, até junho deste ano, a duração média do vale-refeição tem sido de apenas 13 dias. Em 2019, era de 18 dias.

A pesquisa leva em conta a concessão do vale-refeição por 22 dias, que é o período útil de trabalho dos funcionários.

“Se considerarmos que cada transação acontece em um dia útil, podemos dizer que hoje o trabalhador precisa desembolsar nove dias do salário para almoçar e assim fechar o mês até a próxima recarga do benefício “, explica Willian Tadeu Gil, diretor de Relações Institucionais e de Responsabilidade Corporativa da Sodexo Benefícios e Incentivos.

O executivo lembra que as empresas têm ficado alertas a este cenário desafiador, reajustando o valor do crédito do benefício.

“Importante lembrar que, no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior, empresas de todos os portes aumentaram, em média, 7,42% o valor do crédito do cartão refeição, justamente por entender que a oferta de benefícios ao trabalhador é questão de estratégia de negócio na atração e retenção dos melhores talentos”, diz.

No entanto, essa média de reajuste de 7,42% do vale-refeição ficou abaixo da inflação do período. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país medida pelo IBGE, ficou em 11,3% até março.

Aumento 48,3% nos últimos 10 anos

Levantamento da Ticket, empresa do setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, mostra que o valor médio gasto em refeições fora de casa cresceu 48,3% nos últimos 10 anos – em 2013, comer fora custava cerca de R$ 27,40, e em 2022 esse valor passou para a média de R$ 40,64.

De acordo com a Ticket, o avanço do preço médio das refeições mostrado pela pesquisa poderia estar pesando ainda mais para os trabalhadores, pois está abaixo das correções inflacionárias.

De acordo com o estudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no período analisado foi de 73,8%. Se corrigido de acordo com a inflação oficial medida pelo IBGE, a refeição completa estaria custando em média R$ 47,62 no bolso dos brasileiros.

Regiões

No recorte detalhado por região, a maior variação da refeição fora de casa foi observada no Nordeste. O valor subiu de R$ 23,74 para R$ 40,28, um aumento de 69,6%. Já a menor variação foi observada na região Norte, com alta de 18,6%. Em 2013, o prato custava R$ 30,45. Agora, custa R$ 36,14.

No Sudeste, passou de R$ 29,85 para R$ 42,83, avanço de 43,4%; no Sul, de R$ 26,55 para R$ 36,97, aumento de 39,2%; e no Centro-Oeste, de R$ 26,85 para R$ 34,20, alta de 27,3%.

Fonte: G1

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