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Brasil sem dinheiro físico? Veja o que diz o Banco Central

Brasil ainda enfrenta problemas na bancarização e na inclusão financeira da população

Faz tempo que o dinheiro em espécie e o talão de cheque estão perdendo espaço nos pagamentos realizados pelos brasileiros que, a cada dia que passa, vêm absorvendo outras modalidades digitais, como o Pix, sistema criado pelo Banco Central.

Apesar da absorção da tecnologia na hora de realizar uma transação financeira, o Brasil ainda está longe de ser considerado um território digital, sob a ótica dos meios de pagamentos. Esta é a avaliação de Ricardo Teixeira Leite Mourão, membro do Deban (Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos), do Banco Central.

“O caminho é muito longo para se chegar numa sociedade cashless [sem dinheiro]. Ainda estamos tentando reduzir o dinheiro físico e há muita evolução no Pix e na área de pagamentos como um todo para acontecer”, afirmou Mourão durante a edição 2022 da Febraban Tech 2022, em São Paulo.

O desafio de uma sociedade cashless é realmente gigante no Brasil, com 38,5% da população adulta ainda sem conta bancária, segundo pesquisa da Brink’s em parceria com a Fundação Dom Cabral.

A pandemia de Covid-19 foi um atalho forçado neste processo, quando milhares de brasileiros se viram obrigados a usar produtos digitais para honrar seus compromissos financeiros devido ao isolamento imposto pelo coronavírus.

Ser uma nação digital requer, segundo os especialistas, que todos os brasileiros estejam bancarizados e, no passo seguinte, incluídos no sistema financeiro, movimentando dinheiro e tendo acesso aos produtos do setor, diz Luciana Bassani, superintendente nacional da Caixa.

Bassani diz que das mais de 68 milhões de pessoas beneficiadas com o auxílio emergencial, ofertado pelo governo federal via Caixa TEM, 38 milhões não tinham sequer uma conta bancária.

“Foi um passo importante bancarizar essas pessoas, mas, nosso principal desafio hoje, é a inclusão financeira, ou seja, as pessoas precisam acessar serviços financeiros e utilizá-los e não apenas ter uma conta aberta”, afirma.

O Pix pode ser um caminho nesta direção. “O Pix, do ponto de vista de transação, é inovador. Mas todo arcabouço Pix é muito mais do que só a transação”, diz. Para Bassani, o maior sucesso da ferramenta não está apenas na sua instantaneidade ou no funcionamento 24 horas, mas “na jornada transacional focada na experiência do cliente”.

“O que se criou foi um arquétipo de simplicidade em transações digitais e isso tem um valor gigantesco”, explica.

Bassani conta ainda que o Pix transformou a perspectiva do banco sobre as transações. “Estamos revisando outros tipos de transações digitais no banco, como transferências TED e distribuição de empréstimos, utilizando a lógica do Pix, simplificando a experiência. Antes o banco fazia do melhor jeito para ele. Agora estamos tentando buscar o que o cliente quer e percebemos que a referência é o Pix”, explica.

Pagamentos digitais

Entre as evoluções nos meios de pagamento, um dos destaques é o realizado por aproximação, que ganhou tração no contexto da pandemia. Roberta Becker, gerente de marketing da rede alimentar St. Marche, afirma que a modalidade vem se consolidando rapidamente.

“Os clientes não queriam contato e fomos forçados a entrar nessa era digital por aproximação. As pessoas usavam o cartão físico usando senha e agora usam o celular para aproximar e fazer o pagamento. Do nosso lado, é se adaptar e oferecer opções e percebemos que nosso público é adepto à soluções cashless“, diz.

“Sem dúvida o pagamento por aproximação é uma tendência, mas ainda temos um gap. Não oferecemos um cartão sem contato. Estamos olhando outras possibilidades de pagamento por aproximação, além dos plásticos, para garantir acesso dos nossos clientes”, sinaliza Bassani, da Caixa.

Becker diz que o St. Marche está participando de testes de pagamento com biometria facial em algumas de suas unidades. “É possível pagar com o sorriso, literalmente”, afirma.

A novidade é uma parceria com a empresa payface, que oferece essa solução para estabelecimentos comerciais. Na prática, o consumidor pode comprar um produto ao se identificar com o rosto, sem o uso de cartão, carteira ou dinheiro.

“O cliente precisa baixar um aplicativo, fazer um cadastro, e informar um meio de pagamento. Ao passar no caixa, o cliente informa que vai pagar com payface, olha na câmera e a compra é habilitada”, diz a gerente. “Conforme nossas pesquisas, o que as pessoas mais valorizam é não carregar nada. Uso o meu rosto e vou embora”, afirma Becker.

Luciana Bassani, da Caixa, afirma que, no seu escopo, esse meio de pagamento com reconhecimento facial poderia ser utilizado como uma segunda camada de aprovação de pagamento. “Temos espaços para muitas inovações. As transações vão acontecer sempre e é nosso desafio oferecer novas soluções para os clientes”.

Mourão diz que, do lado do BC, não há nenhuma solução nesta direção de reconhecimento facial em andamento. “Mesmo antes do Pix, a gente sempre discutiu novas soluções e tentamos nos manter antenados. Mas a turma do mercado é mais criativa que o BC”, comenta.

Fonte: InfoMoney

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